Gruta do Lapão

Gruta do Lapão

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Descrição

Com um imponente pórtico de 42 metros de altura e 64 metros de largura, a Gruta do Lapão possui a maior “boca” de caverna em arenito do Brasil. Além da sua beleza, a gruta possui grande importância científica, abrigando espeleotemas (formações rochosas típicas de cavernas) raros, frágeis e ainda pouco estudados. A caverna também possui importância histórica, com diversas áreas que foram utilizadas no passado para a extração de diamantes.

O roteiro para conhecê-la é realizado geralmente em circuito, iniciando por uma trilha e retornando por outra. A partir de Lençóis, percorre-se 7 km por estrada de terra até o povoado do Barro Branco, onde está a trilha que dá acesso a uma de suas entradas. A partir daí o percurso é feito a pé em terreno relativamente plano e exposto ao sol, passando por áreas com vestígios históricos do período do garimpo artesanal de diamantes.

Ao adentrar a gruta, a trilha para atravessá-la deve ser feita dentro da área sinalizada. São 700 metros que levam, em média, 1h30 para serem percorridos, passando sobre pedras e uma travessia de rio. Neste ponto é necessário atenção, já que o nível da água se eleva rapidamente quando chove, podendo chegar até o teto. Por isso, esse passeio não deve ser realizado após dias chuvosos ou em dias com previsão de chuva.

Ao sair pela “boca” principal da gruta, o percurso continua por mais 1 hora em outra trilha, que passa sobre grandes pedras até chegar em uma pequena cachoeira, onde é possível se refrescar, e depois seguir até a cidade de Lençóis.

. Atividades permitidas
na caverna: espeleoturismo e trekking.
nas trilhas de acesso à caverna: banho de rio e observação de aves.
. Localização
Parque Nacional da Chapada Diamantina, município de Lençóis.
. Ponto de partida
Cidade de Lençóis
. Tipos de transporte
Cerca de 7 km de carro do centro
. Duração média do passeio
1 dia
. Distância média a pé
4,6 km circuito completo

Acesso proibido:

Em dias de chuva a visitação fica suspensa devido ao risco de raios e tromba d’água.

Seja responsável:

  • Não entre sozinho;
  • Permaneça na trilha demarcada;
  • É proibido contato direto (beber ou tocar) com a água da caverna
  • Não toque na parede da caverna e nos espeleotemas;
  • Não retire nada do interior da caverna;
  • Não use a caverna como sanitário;
  • Não aponte lanterna ou flash de celular/máquina fotográfica em direção aos morcegos;
  • Minimize ao máximo os sons produzidos durante a visita.
  • Não bata palmas, grite, use aparelhos sonoros ou outros;
  • É proibido se alimentar no interior da caverna;
  • É proibido o consumo de bebida alcoólica e quaisquer outras substâncias entorpecentes;
  • É proibido acampar no interior da caverna e seus arredores;
  • Retorne com todo o lixo produzido durante a visita;

Dentro da gruta é recomendado estar acompanhado de dois condutores de visitantes e permanecer na trilha sinalizada para não danificar a caverna e evitar acidentes. O local apresenta diversos elementos que oferecem riscos ao turista, como: áreas de instabilidade geotécnica, trechos sujeitos à inundação, condutos que acumulam gases nocivos (fora da área sinalizada para visitação), trechos íngremes, piso irregular e escorregadio. Esta trilha não deve ser realizada em dias chuvosos. Se o nível do rio dentro da gruta alcançar a altura do joelho do participante mais baixo, independente da estação do ano ou da condição meteorológica, a travessia não deve ser realizada.

Alguns condutores e agências de turismo oferecem a prática do rapel na “boca” principal da caverna, porém, essa atividade ocorre sem regulamentação do ICMBio. O órgão não possui laudo geotécnico que informe sobre a estabilidade do ponto de realização da atividade e que assegure que o rapel não deslocará blocos de rocha para a base do maciço; também não tem conhecimento sobre os equipamentos, técnicas e normas empregadas pelos operadores que oferecem o serviço.

Entrada na caverna: 8h às 14h
Horário máximo de saída: 16h30

  • Capacete sem aba com 3 pontos de fixação e fivela com sistema de iluminação;
  • Calçado fechado com sola antiderrapante;
  • Máscara facial (PFF2/N95) apropriada para proteção contra microrganismos patogênicos. Há risco de contágio por doença infecciosa devido aos fungos que existem no local.
  • Calça e blusa de manga comprida para minimizar acidentes com animais peçonhentos e organismos patógenos;
  • Garrafa com água potável.

  • Não faça fogueiras;
  • Não leve seu animal doméstico para o Parque;
  • Traga seu lixo de volta;
  • Não consuma bebidas alcoólicas e cigarros;
  • Não colete plantas e pedras;
  • Se mantenha na trilha.
  • Não crie atalhos ou novos caminhos.
  • Não entre com instrumentos musicais.
  • Se for ouvir música utilize fone de ouvido para não atrapalhar outras pessoas e a fauna silvestre.
  • O Parque Nacional não possui sanitários.
  • Para “ir ao banheiro” se afaste cerca de 60m de trilhas, rios, acampamentos, cavernas. Cave um buraco de 15 cm e enterre o papel higiênico. Jamais deixe absorventes ou coloque fogo no papel higiênico.

● Utilizar máscara durante todo o período no interior do Parque Nacional, exceto em atividades como banhos, flutuação e alimentação. Caso haja necessidade de retirá-la (casos de mal-estar, por exemplo), deve-se ampliar o distanciamento (4 a5 m);

● Formar grupo de no máximo 10 pessoas, incluindo a eventual contratação de guia/condutor de visitantes e seu auxiliar;

● Manter distanciamento de 2m de outros visitantes;

● Evitar compartilhamento de equipamentos (como celular, máquina fotográfica, lanterna, luvas, cajado, binóculo, capacetes, mosquetões, mochilas, garrafas de água, cordins etc.). Higienizar as mãos e equipamentos com álcool gel 70% caso haja necessidade de troca de equipamentos;

● Higienizar as mãos com álcool gel 70% em cada parada ou logo após trechos com obstáculos ou de “escalaminhada”, em que seja necessário apoiar as mãos em alguma superfície (rocha, árvore e raiz, entre outras);

● Embale corretamente e descarte resíduos contaminantes, como máscaras e luvas, fora do Parque Nacional e seguindo as normas municipais.

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